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Por uma definição de Dieta Mediterrânica que permita a sua sobrevivência

Para além de valorizar os alimentos e os nutrientes que constituem este padrão alimentar saudável, é necessário refletir sobre as características não alimentares que definem a dieta mediterrânica. Na sua salvaguarda, pode estar a resposta para evitar o desaparecimento deste modo de comer milenar.

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A DIETA MEDITERRÂNICA É CIRCULAR | SABE BEM

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A DIETA MEDITERRÂNICA UTILIZA HÁ MILHARES DE ANOS OS CONCEITOS MAIS RECENTES DA ECONOMIA CIRCULAR, SENDO AMIGA DO AMBIENTE E TAMBÉM DA SAÚDE

“A produção de alimentos e a sua distribuição, até chegar à nossa mesa, são duas das principais responsáveis pelo aquecimento global. Gasta-se muita energia fóssil a produzir e a transportar comida pelo mundo inteiro. Depois, deita-se muita comida fora. Para combater este gasto enorme de energia e o desperdício de recursos, surgiu há alguns anos o conceito de economia circular.”

AFINET publica folhas informativas sobre sistemas de olival em gestão silvopastoril

A AFINET - Agroforesty Innovation Networks disponibilizou online duas publicações referentes ao projeto AFINET com o tema dos sistemas de olival em gestão silvopastoril. Saiba mais acerca da utilização de derivados das folhas das oliveiras, e sobre bioprodutos e a cadeia de valor da fileira do azeite.

 

Leia aqui as brochuras:

- "Utilização de derivados de folhas de oliveira"

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A IMPORTÂNCIA DA CARNE NA DIETA MEDITERRÂNICA

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A carne sempre teve uma grande importância nas sociedades mediterrânicas, mas nem sempre existiu em abundância.

Uma pequena porção de carne é suficiente para fornecer quantidades apreciáveis de magnésio, ferro, potássio, zinco e vitaminas do complexo B que não existem em produtos de origem vegetal e que são essenciais ao desenvolvimento humano.

O PNPAS continua a sua colaboração com a Revista “Sabe Bem”, uma das publicações mais lidas em Portugal.

O SAL E AS ERVAS AROMÁTICAS NA ALIMENTAÇÃO MEDITERRÂNICA

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“EM PORTUGAL, A INGESTÃO EXCESSIVA DE SAL É O COMPORTAMENTO ALIMENTAR QUE MAIS CONTRIBUI PARA A PERDA DE ANOS DE VIDA SAUDÁVEL NA NOSSA POPULAÇÃO”

Na dieta mediterrânica, a abundância de hortícolas, fruta, leguminosas (grão, lentilhas…) e a actividade física intensa são consideradas, desde sempre, uma protecção contra o sal.

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